sábado, 28 de novembro de 2009

VINHO: Um prazer nas alturas



Bordeaux

Muitas vezes se ouve dizer que determinado vinho nos conduz aos mais elevados pontos do satisfação. Em algumas companhias aéreas do mundo esta afirmação pode ser considerada ao “pé da letra”. Servir vinho em aviões é algo que ocorre desde 1930. O que impressiona, atualmente, é o investimento que elas têm feito. Segundo o USA Today (20/11) essas empresas compram cerca de 16,3 milhões de litros de vinho e algumas delas chegam a gastar anualmente US$ 15 milhões com este precioso líquido, servindo vinhos que chegam a custar US$ 220,00 no mercado americano, onde os preços giram em cerca de 1/3 dos praticados aqui.
Infelizmente estes prazeres se restringem aos felizardos da primeira classe ou da executiva. Para os mortais da classe econômica restam vinhos de menor qualidade e que são pagos pelos passageiros “on time”. Aceita-se cartão de crédito...

A Companhia Qantas oferece um Leeuwin Estate Art Series Chardonnay 2005, que sequer chega ao mercado. Mas também oferecem um Penfolds Bin 389 safra 2004. Já a Air New Zeland contempla os alegres viajantes com um Lake Chalice Marlbourough Sauvignon Blanc 2008. Por sua vez a Japan Air Line inclui uma Champagne Salon 1997, cujo valor não é inferior a US$ 220,00 a garrafa, e foram produzidas apenas 60 mil dessas unidades.
Contratando experientes sommeliers as companhias procuram utilizar a qualidade dos vinhos como ferramenta de construção de imagem junto a este seleto segmento de primeiríssima classe.
A Singapore Air Line realiza cursos de sommeliers para seus comissários e aeromoças. Seus gastos com tudo que envolve o serviço de vinho, incluindo a manutenção da sua adega, atinge a cifra de US$ 16 milhões por ano. Ela ainda dispõe de uma câmara para degustação que reproduz a pressurização, a temperatura e a umidade de uma aeronave, de forma a garantir a melhor escolha mesmo nessas condições não usuais, que alteram as propriedades organolépticas do vinho.
Vamos ao brinde, Saúde!

CIDADANIA: AEROPORTO DE VIRACOPOS: INFRAERO INFRAZERO

Quem caminha pelo mundo deve notar o cuidado com que as autoridades que governam as cidades procuram bem apresentá-las para os viajantes que ali chegam.
Aqui em Campinas não deveria ser diferente, entretanto, algo que está fora do controle municipal causa uma péssima impressão para quem chega em Campinas pelo Aeroporto de Viracopos.

É O PÉSSIMO SERVIÇO DA INFRAERO.

Completamos um ano de operação da AZUL, período em que se elevou consideravelmente o movimento daquele aeroporto. Este período, entretanto, não foi suficiente para que a Infraero se sensibilizasse e tomasse qualquer providência para melhorar os serviços de alimentação e de atendimento no balcões que vivem lotados e mal servidos. Para todo lado vemos improviso e soluções marcadas pelo descaso para com os usuários do Aeroporto. Aliás o nome correto deveria ser "Terminal", pois este é o real estado daquela unidade.

O que realmente se torna emblemático da incompetência, é o sistema de estacionamento, que é de sua exclusiva responsabilidade.
Lotados, mal asfaltados e com os equipamentos de controle de acesso sempre quebrados. A percepção dos usuários é de que o objetivo é dificultar o controle operacional do Estacionamento pelas autoridades.
Mas o que bate o recorde da intolerância é o caixa do estacionamento. Com um atendimento horrível e sistemas ultrapassados que provocam filas imensas e demoras intermináveis para quem chega já cansado de viagem.
Ainda ontem a noite, por exemplo, cheguei por volta das 19h30 e assisti a uma cena que seria de comédia, se não estivesse há tanto tempo na fila.
Um cidadão reclamou da demora de quarenta minutos para poder pagar o estacionamento e a prestativa e esperta atendeste respondeu: "Mas os quarenta minutos não farão diferença. O senhor pagará a mesma quantia".
Esta é a percepção do conceito de "servidor público"ou "serviço público"dos "profissionais" da "Empresa" INFRAERO.

Não conseguem ter um mínimo de respeito para com os clientes e de qualidade, como  qualquer estacionamento particular. Tudo isto apesar preço do serviço caríssimo e de não pagarem impostos, como sustentam orgulhosos em um aviso, justificando que não fornecerem também notas fiscais, mas apenas recibo.
Alô empresários, montem um estacionamento nas proximidades com serviço de Vans, que ficarão milionários.

Horrível: INFRAZERO!!!