domingo, 15 de novembro de 2009

CIDADE NYC 2

 

O dia amanheceu coberto, frio e com vento, mas mesmo assim tivemos a oportunidade , nesta manhã, de andar pela 5ª Ave, passando pelo Central Park para chegarmos no Museu de História Natural. Uma hora para caminhar os quase cinco kilometros, mas com algumas paradas muito  interessantes.NYC 020

Visitamos a Igreja de Saint Patrick, a maior igreja em estilo gótico nos USA, construída em 1858 para substituir a antiga Igreja de Saint Patrick.

Nela não indentificamos as marcas dos pedreiros nas paredes. Passou-se o tempo, mudaram-se as tecnologias e os trabalhos perderam parte da sua dimensão. A ritualística em torno e o esforço das antigas construções européias foram algo de seu próprio tempo. Só resta mantermos vivas as suas lembranças e não perdemos a importância dos seus significados.

NYC 027Momentos de meditação em que podemos sempre recordar e dirigir os nossos pensamentos para as pessoas mais queridas e que não nos esquecemos.

Continuamos nossa caminhada passando pelas inúmeras Lojas da 5ª Avenida e que não necessitam de promoções neste blog.

 

 

A exceção fica por conta da Loja da Apple pela sua leveza e simplicidade. Conseguiram identificar a marca, os produtos e a Loja com muita competência. Um belo exemplo de identidade visual.

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O “The Plaza Hotel” foi palco do filme “Esqueceram de mim”. Um dos encantamentos de NYC é esta possibilidade de juntar a ficção dos filmes com a concretude da cidade a cada momento.

 

Um pouco antes, já havíamos passado pela Joalheria Tifany, cena do filme “Brealfeast a Tifany” (Bonequinha de Luxo com a inesquecível Audrey Hapburn)

 

 

NYC 037 Chegamos finalmente ao Central Park por onde passamos para cortar caminho em direção ao Museu.

Sua cores neste fim de outono são belíssimas. Tomamos a resolução de retornar para passearmos de carruagem.

 

 

É perfeitamente compreensível os ritos de passagem nos povos que têm as quatro estações do ano de forma bem determinada. Há pouco conversávamos que NYC 042no norte do Brasil as pessoas definem as estações basicamente como o tempo das águas e o tempo da seca. A temperatura não se altera e as plantas parecem não marcar com precisão cada ciclo do ano.

Quando chegamos em países de climas frio ou temperado, percebemos que cada estação é bem determinada e muda rapidamente a aparência do ambiente na sua passagem de uma para outra.

As folhas que cobrem o chão neste outono no Central Park marcam a última fase do ciclo da vida, a velhice que prepara para a morte no inverno e a ressurreição no início da primavera.

Bem, o Museu de História Natural fica par a próxima sessão. Agora vamos sair.

Um comentário:

Unknown disse...

Estou de Carona e conhecendo com deta-lhes incríveis e só podia ser de uma pessoa de grande sensibilidade como você Pires.
Obrigado.

Ivan Oliveira Santos